História

História

A E.E. Professora Maria Juvenal Homem de Mello, como é conhecida hoje, foi construída em 1979, para atender moradores do Jardim Castro Alves, bairro que nasceu no início da década de 70. Na época a escola se chamava EE de Primeiro Grau Parque Grajaú – Gleba II e era um Barracão que funcionava na Rua Jonatas Serrano, próxima a Igreja do Rosário.

Em 1982 foi construído um novo prédio, onde a escola funciona até hoje. A professora de Educação Física Lúcia Campos Cruz, que dá aula na escola há 25 anos disse que na época em que foi construída, a escola ficava em uma rua de barro, e que quando chovia, o acesso era difícil.

Após a reforma, o nome da unidade escolar foi alterado para EE de Primeiro Grau Professora Maria Juvenal Homem de Mello, para homenagear Maria Juvenal, professora, que nasceu em Pindamonhangaba em 24 de outubro de 1887.

A família de Maria Juvenal tinha muita influência política, seu pai, José Marcondes Homem de Mello, era Coronel, seus avós eram Condes de Pindamonhangaba, e seu tio era o Barão Homem de Mello.

Maria Juvenal se formou em Humanidades em 1910, e no ano seguinte começou sua carreira como professora. Ela deu aula em grupos escolares de Pirassununga e Olímpia, e em 1926 foi removida para a capital paulista onde deu aula até se aposentar em 1942. Maria Juvenal morreu em 1973, com 86 anos.

Hoje, a escola continua com as mesmas características da época em que foi construída, um prédio de dois blocos e dois andares cada, porém, em 1998, ganhou uma vizinha, a EE Jardim Castro Alves, hoje chamada de EE Evandro Cavalcanti Lins e Silva, um advogado, jornalista e político paraibano.

A escola Maria Juvenal fez parte do início da carreira de alguns professores, que estão até hoje trabalhando na unidade, como Adomício Lopes, que iniciou, e trabalha na escola há 22 anos. Adomício lembra até hoje de seu primeiro dia dando aula na escola. Sua primeira turma foi a 8ªB, na sala 17. Ele deu aula de OSPB, Organização Social e lítica do Brasil, uma disciplina criada pela ditadura militar.

Segundo Adomício, a escola era mais cheia, na época havia 19 salas funcionando, e o intervalo era ao mesmo tempo para todas as turmas.

Adomício foi contratado por Marilice Menezes, hoje vice-diretora. Marilice começou sua carreira no Estado em 1984, como professora, e 4 anos depois passou a ser assistente de direção. Hoje, vice-diretora, Marilice relembra o início de sua carreira, e diz que a escola melhorou muito, e que na época em que começou a trabalhar no Estado, faltava até papel higiênico.

Outra peça importante na escola é Devanir Squizatti, que trabalha no Maria Juvenal há 23 anos Ela conta que a escola mudou bastante, já que quando entrou, não havia muros que separassem a rua da unidade. Na época que foi contratada, Devanir era professora do supletivo, e conta que dava aulas para alunos mais velhos que ela.

A E.E. Professora Maria Juvenal Homem de Mello, como é conhecida hoje, foi construída em 1979, para atender moradores do Jardim Castro Alves, bairro que nasceu no início da década de 70. Na época a escola se chamava EE de Primeiro Grau Parque Grajaú – Gleba II e era um Barracão que funcionava na Rua Jonatas Serrano, próxima a Igreja do Rosário.

Em 1982 foi construído um novo prédio, onde a escola funciona até hoje. A professora de Educação Física Lúcia Campos Cruz, que dá aula na escola há 25 anos disse que na época em que foi construída, a escola ficava em uma rua de barro, e que quando chovia, o acesso era difícil.

Após a reforma, o nome da unidade escolar foi alterado para EE de Primeiro Grau Professora Maria Juvenal Homem de Mello, para homenagear Maria Juvenal, professora, que nasceu em Pindamonhangaba em 24 de outubro de 1887.

A família de Maria Juvenal tinha muita influência política, seu pai, José Marcondes Homem de Mello, era Coronel, seus avós eram Condes de Pindamonhangaba, e seu tio era o Barão Homem de Mello.

Maria Juvenal se formou em Humanidades em 1910, e no ano seguinte começou sua carreira como professora. Ela deu aula em grupos escolares de Pirassununga e Olímpia, e em 1926 foi removida para a capital paulista onde deu aula até se aposentar em 1942. Maria Juvenal morreu em 1973, com 86 anos.

Hoje, a escola continua com as mesmas características da época em que foi construída, um prédio de dois blocos e dois andares cada, porém, em 1998, ganhou uma vizinha, a EE Jardim Castro Alves, hoje chamada de EE Evandro Cavalcanti Lins e Silva, um advogado, jornalista e político paraibano.

A escola Maria Juvenal fez parte do início da carreira de alguns professores, que estão até hoje trabalhando na unidade, como Adomício Lopes, que iniciou, e trabalha na escola há 22 anos. Adomício lembra até hoje de seu primeiro dia dando aula na escola. Sua primeira turma foi a 8ªB, na sala 17. Ele deu aula de OSPB, Organização Social e lítica do Brasil, uma disciplina criada pela ditadura militar.

Segundo Adomício, a escola era mais cheia, na época havia 19 salas funcionando, e o intervalo era ao mesmo tempo para todas as turmas.

Adomício foi contratado por Marilice Menezes, hoje vice-diretora. Marilice começou sua carreira no Estado em 1984, como professora, e 4 anos depois passou a ser assistente de direção. Hoje, vice-diretora, Marilice relembra o início de sua carreira, e diz que a escola melhorou muito, e que na época em que começou a trabalhar no Estado, faltava até papel higiênico.

Outra peça importante na escola é Devanir Squizatti, que trabalha no Maria Juvenal há 23 anos Ela conta que a escola mudou bastante, já que quando entrou, não havia muros que separassem a rua da unidade. Na época que foi contratada, Devanir era professora do supletivo, e conta que dava aulas para alunos mais velhos que ela.

Por Cleyson Clemente


8 comentários em “História

  1. Querido Cleyson não te conheço mas fiquei feliz de ler o que escreveu sobre o Maria Juvenal e me fez recordar de alguns que não foram mencionados mas que ajudaram a construir na minha época um Maria Juvenal feliz como o Prof. Ávaro de matemática,Prof. Helena de Biologia,Prof. Simone de Artes,Prof.Zulene de Português entre outros que por aqui passaram e deixaram muitas saudades. Hoje falar do Maria juvenal é motivo de orgulho hoje não sou aluno mas estou do outro lado tentando fazer a diferença e torcendo para que muitos consigam chegar onde cheguei. Continue com esse trabalho, quem sabe podemos fazer algum trabalho juntos.
    Prof. Silvia Cepeda

  2. Olá Silvia, fico muito agradecido por seu comentário a cerca do texto, tenho certeza que a Escola Maria Juvenal é de orgulho para muitas pessoas, principalmente por ter professores excelentes. Hoje, sou aluno da Escola, mas não tive a oportunidade de conhecer os professores que você cita, mas creio que eles foram de extrema importância para a construção da escola, e a formação dos que passaram por ela.
    Terei muito prazer em continuar com esse trabalho, pois é muito gratificante receber um comentário como o seu, retratando a nostalgia que ele causou.
    Muito obrigado, e espero que possamos participar de algum projeto.

    Cleyson Clemente

  3. Gostei muito de saber da escola que estudei por dois anos ,e lembro com saudades dos professores Ulisses de geografia,Carmem de português Rita de inglês,Inês de historia, walmick de matematica entre outros. A semana cultural que havia no mês de agosto era maravilhoso!.Gostaria muito de saber por onde anda esses grandes mestres para manter contato.Misscleide ex-aluna.

  4. Boa tarde,querido,acabei de procurar algo sobre a escola Maria juvenal,para minha filha conhecer onde estudei,e encontrei esse site,e amei saber sobre um pouco a mais da escola que fez parte da minha vida,nunca me esqueço do juvenal,as melhores partes da minha infância foram passadas la,hoje não moro mais em São Paulo,mas o Juvenal ta aqui guardado no meu coração para sempre,lembro-me sempre dos professores,Adomicio(Historia),Helena(Português),Araides,Devanir(Matematica),Eber(Geografia),Marli e a minha querida professora Lucinha de educação Fisica,e tb conheci minhas melhores amigas tb no Juvenal uma amizade eterna,e tenho um amigo que falou que uma vez que estudou no juvenal,sempre voltará para o juvenal,e ele tem razão,de um modo ou de outro sempre voltamos as velhas lembranças do Juvenal.
    Querido nunca para de escrever sobre o juvenal,sempre iremos ler sobre noticias novas.
    Boa Noite

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